Líderes executores versus líderes protagonistas: de qual lado você está?

Durante meus treinamentos com lideranças de diferentes setores, tenho observado um comportamento tão comum quanto preocupante: muitos líderes agem mais como executores do que como protagonistas. Embora essa seja uma realidade, não dá para ignorar o impacto brutal que ela provoca na gestão de pessoas. Não estou aqui para afirmar que não é possível gerenciar e executar tarefas simultaneamente, mas, por entender o tempo como um recurso precioso e limitado, percebo que essas atividades, quando realizadas paralelamente, levam à perda de qualidade e resultados. .

Uma das maiores dores de cabeça desses profissionais é a dificuldade de se afastar da execução. Vejo que muitos mergulham em tarefas operacionais, tentam cuidar de tudo e, depois de um certo tempo, percebem como o acúmulo de funções (proposital ou involuntário) prejudica, não só a sua jornada profissional, como também interfere no relacionamento com os liderados. Conheço uma série de líderes inspiradores, que desempenham suas funções como ninguém, mas pecam em aspectos básicos como:

Delegação: não sabem como passar responsabilidades de forma eficaz, sobrecarregando a si mesmos e desmotivando a equipe.

Feedback: não conseguem estabelecer uma cultura de feedback construtiva, prejudicando o desenvolvimento da equipe.

Capital humano: falham em envolver e preparar a equipe por meio do exemplo.

Networking: subestimam a importância do networking e limitam suas oportunidades.

O papel fundamental de um líder é tomar decisões, enxergar o potencial da equipe e guiar todos em direção a um objetivo comum. Não vale a pena se desviar do foco e abandonar as atividades estratégicas de gestão para entregar resultados de qualquer jeito e a qualquer custo. Mas, como sair desse círculo nocivo e vicioso?

Minha sugestão é investir em treinamentos práticos de gestão, com técnicas objetivas para feedback, mapeamento e desenvolvimento de equipes. O primeiro passo para obter melhores resultados sem se sobrecarregar é promover o senso de coletividade e integrar a equipe. Para isso, sugiro o Management 3.0, um curso ideal para aqueles que desejam ocupar cargos de liderança, trabalhar em equipe com mais eficiência e garantir que os objetivos coletivos sejam atingidos, mantendo a satisfação, a motivação e a felicidade dos colaboradores como prioridade. Quer deixar de ser um(a)  executor e se tornar um (a) verdadeiro (a) protagonista? Entre em contato comigo! Estou à disposição para apresentar um movimento transformador de inovação, liderança e gestão!

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